Português
José Goulão
June 2, 2026
© Photo: Public domain

Colonos sionistas em Portugal promovem propaganda de guerra: confundem antissionismo com antissemitismo e levam “cultura israelense” para combater críticos ao genocídio.

Junte-se a nós no Telegram Twitter e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Chamou-se “Fórum IBEX 2026” e decorreu em Lisboa e Porto, Portugal, entre 4 e 7 deste mês de Maio. IBEX corresponde a Iberia Middle East Exchange, uma organização de propaganda sionista para a Península Ibérica, especialmente activa em Portugal.

Os rostos mais visíveis desta entidade, que pretende fazer-nos crer que existe uma identificação total entre a religião judaica e o sionismo, são dois cidadãos judeus portugueses, Yosef e Elisheva Santos, aos quais foi atribuída também a cidadania israelita. Habitam no colonato ilegal de Neve Daniel, na Cisjordânia, território palestiniano a que o colonialismo israelita insiste em chamar “Judeia”.

O que vieram fazer a Portugal estes genocidas, enquanto o seu país é responsável por três guerras em curso, contra a Palestina, o Líbano e o Irão? Proporcionar “informação rigorosa, iniciativas de diálogo responsável e acções que valorizem a verdade, o respeito, a justiça e a dignidade humana”.

Leram bem: “a verdade, o respeito, a justiça e a dignidade humana” – matérias sobre as quais o Israel tem tudo a ensinar ao mundo.

Sabemos que grupos terroristas sionistas depois envolvidos nas atrocidades que deram origem ao Estado de Israel foram formados no interior do regime fascista italiano de Mussolini. É o caso do Irgun, que teve como chefe mais conhecido o futuro primeiro-ministro Menahen Begin e chegou a integrar a Marinha de Guerra do Duce.

Por isso não surpreende que encontremos na propaganda sionista traços que nos conduzem até ao propagandista-mor de Hitler e do nazismo, Joseph Goebbels. É verdade que os métodos destes agitadores actuais parecem mais primários, mas devemos levar em conta que, pelo menos em Portugal, os governos e a comunicação social têm criado um ambiente de boa receptividade aos crimes israelitas através uma irmandade entre a clique política de Lisboa e os interesses de Israel.

Qual o objectivo declarado pelos colonos promotores do “Fórum IBEX”? Pois “combater o anti-semitismo em Portugal”. Ora mesmo escrita em Português, esta frase necessita de tradução. O que os propagandistas pretendem é montar uma campanha contra todas as correntes da sociedade portuguesa que se opõem e desmascaram os crimes do sionismo e de Israel.

Para atingirem os seus fins, os agentes israelitas prometeram “levar o que Israel tem de melhor a todas as montras do país, de Norte a Sul, televisão e rádio, centros culturais, teatros, cinemas e galerias de exposições, universidades. Nada ficará de fora”. Um autêntico blitzkrieg de propaganda.

Isto é, trouxeram um programa de intoxicação dirigido sobretudo a uma classe média portuguesa incipiente do ponto de vista intelectual, facilmente manipulada pela tecnocracia, pelo próprio tecno-feudalismo e vulnerável a referências culturais e artísticas que não passam da superficialidade.

Nos anos setenta do século passado, o ministro trabalhista israelita dos Negócios Estrangeiros dos governos de Golda Meir, Abba Eban, conseguiu antecipar o tipo de propaganda que o casal Santos veio fazer a Portugal. Dizia ele que “uma das tarefas principais de qualquer diálogo com o mundo é provar que a distinção entre anti-sionismo e anti-semitismo não existe”. Ou seja, quem não estiver de acordo com a política criminosa de Israel é anti-semita.

Esta confusão de conceitos é um pilar do sionismo. Ora o sionismo é, ele próprio, anti-semita porque se dedica a perseguir e a chacinar povos semitas, como o palestiniano. E todos os principais dirigentes ao longo da história do sionismo nem sequer são semitas, não têm nada a ver etnicamente com o Médio Oriente. As comunidades de colonos que fundaram, dirigiram e dirigem o Estado de Israel têm origem europeia, norte-americana, posteriormente africana e do Sul da Arábia.

A grande mentira dos agentes Santos é esta: eles não são semitas, mas acham que têm o direito de acusar os que não concordam com o sionismo de serem anti-semitas. Assim como é abusivo dizer que os seguidores da religião judaica em todo o mundo são forçosamente sionistas. Trata-se de um abuso de confiança que muitos praticantes do judaísmo repudiam, porque não pretendem ser confundidos com actividades cruéis e repugnantes como as guerras de agressão, o genocídio, o extermínio e a limpeza étnica.

Nada disto surpreende, tratando-se de Israel. Não se esqueçam de que os colonos Santos vieram explicar a Portugal como o sionismo valoriza “a verdade, a justiça e a dignidade humana”. Na verdade, aquilo a que continuamos a assistir na Palestina, no Líbano e no Irão é o maior exemplo de respeito pela “dignidade humana”.

Sionismo à imagem de Goebbels

Colonos sionistas em Portugal promovem propaganda de guerra: confundem antissionismo com antissemitismo e levam “cultura israelense” para combater críticos ao genocídio.

Junte-se a nós no Telegram Twitter e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Chamou-se “Fórum IBEX 2026” e decorreu em Lisboa e Porto, Portugal, entre 4 e 7 deste mês de Maio. IBEX corresponde a Iberia Middle East Exchange, uma organização de propaganda sionista para a Península Ibérica, especialmente activa em Portugal.

Os rostos mais visíveis desta entidade, que pretende fazer-nos crer que existe uma identificação total entre a religião judaica e o sionismo, são dois cidadãos judeus portugueses, Yosef e Elisheva Santos, aos quais foi atribuída também a cidadania israelita. Habitam no colonato ilegal de Neve Daniel, na Cisjordânia, território palestiniano a que o colonialismo israelita insiste em chamar “Judeia”.

O que vieram fazer a Portugal estes genocidas, enquanto o seu país é responsável por três guerras em curso, contra a Palestina, o Líbano e o Irão? Proporcionar “informação rigorosa, iniciativas de diálogo responsável e acções que valorizem a verdade, o respeito, a justiça e a dignidade humana”.

Leram bem: “a verdade, o respeito, a justiça e a dignidade humana” – matérias sobre as quais o Israel tem tudo a ensinar ao mundo.

Sabemos que grupos terroristas sionistas depois envolvidos nas atrocidades que deram origem ao Estado de Israel foram formados no interior do regime fascista italiano de Mussolini. É o caso do Irgun, que teve como chefe mais conhecido o futuro primeiro-ministro Menahen Begin e chegou a integrar a Marinha de Guerra do Duce.

Por isso não surpreende que encontremos na propaganda sionista traços que nos conduzem até ao propagandista-mor de Hitler e do nazismo, Joseph Goebbels. É verdade que os métodos destes agitadores actuais parecem mais primários, mas devemos levar em conta que, pelo menos em Portugal, os governos e a comunicação social têm criado um ambiente de boa receptividade aos crimes israelitas através uma irmandade entre a clique política de Lisboa e os interesses de Israel.

Qual o objectivo declarado pelos colonos promotores do “Fórum IBEX”? Pois “combater o anti-semitismo em Portugal”. Ora mesmo escrita em Português, esta frase necessita de tradução. O que os propagandistas pretendem é montar uma campanha contra todas as correntes da sociedade portuguesa que se opõem e desmascaram os crimes do sionismo e de Israel.

Para atingirem os seus fins, os agentes israelitas prometeram “levar o que Israel tem de melhor a todas as montras do país, de Norte a Sul, televisão e rádio, centros culturais, teatros, cinemas e galerias de exposições, universidades. Nada ficará de fora”. Um autêntico blitzkrieg de propaganda.

Isto é, trouxeram um programa de intoxicação dirigido sobretudo a uma classe média portuguesa incipiente do ponto de vista intelectual, facilmente manipulada pela tecnocracia, pelo próprio tecno-feudalismo e vulnerável a referências culturais e artísticas que não passam da superficialidade.

Nos anos setenta do século passado, o ministro trabalhista israelita dos Negócios Estrangeiros dos governos de Golda Meir, Abba Eban, conseguiu antecipar o tipo de propaganda que o casal Santos veio fazer a Portugal. Dizia ele que “uma das tarefas principais de qualquer diálogo com o mundo é provar que a distinção entre anti-sionismo e anti-semitismo não existe”. Ou seja, quem não estiver de acordo com a política criminosa de Israel é anti-semita.

Esta confusão de conceitos é um pilar do sionismo. Ora o sionismo é, ele próprio, anti-semita porque se dedica a perseguir e a chacinar povos semitas, como o palestiniano. E todos os principais dirigentes ao longo da história do sionismo nem sequer são semitas, não têm nada a ver etnicamente com o Médio Oriente. As comunidades de colonos que fundaram, dirigiram e dirigem o Estado de Israel têm origem europeia, norte-americana, posteriormente africana e do Sul da Arábia.

A grande mentira dos agentes Santos é esta: eles não são semitas, mas acham que têm o direito de acusar os que não concordam com o sionismo de serem anti-semitas. Assim como é abusivo dizer que os seguidores da religião judaica em todo o mundo são forçosamente sionistas. Trata-se de um abuso de confiança que muitos praticantes do judaísmo repudiam, porque não pretendem ser confundidos com actividades cruéis e repugnantes como as guerras de agressão, o genocídio, o extermínio e a limpeza étnica.

Nada disto surpreende, tratando-se de Israel. Não se esqueçam de que os colonos Santos vieram explicar a Portugal como o sionismo valoriza “a verdade, a justiça e a dignidade humana”. Na verdade, aquilo a que continuamos a assistir na Palestina, no Líbano e no Irão é o maior exemplo de respeito pela “dignidade humana”.

Colonos sionistas em Portugal promovem propaganda de guerra: confundem antissionismo com antissemitismo e levam “cultura israelense” para combater críticos ao genocídio.

Junte-se a nós no Telegram Twitter e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Chamou-se “Fórum IBEX 2026” e decorreu em Lisboa e Porto, Portugal, entre 4 e 7 deste mês de Maio. IBEX corresponde a Iberia Middle East Exchange, uma organização de propaganda sionista para a Península Ibérica, especialmente activa em Portugal.

Os rostos mais visíveis desta entidade, que pretende fazer-nos crer que existe uma identificação total entre a religião judaica e o sionismo, são dois cidadãos judeus portugueses, Yosef e Elisheva Santos, aos quais foi atribuída também a cidadania israelita. Habitam no colonato ilegal de Neve Daniel, na Cisjordânia, território palestiniano a que o colonialismo israelita insiste em chamar “Judeia”.

O que vieram fazer a Portugal estes genocidas, enquanto o seu país é responsável por três guerras em curso, contra a Palestina, o Líbano e o Irão? Proporcionar “informação rigorosa, iniciativas de diálogo responsável e acções que valorizem a verdade, o respeito, a justiça e a dignidade humana”.

Leram bem: “a verdade, o respeito, a justiça e a dignidade humana” – matérias sobre as quais o Israel tem tudo a ensinar ao mundo.

Sabemos que grupos terroristas sionistas depois envolvidos nas atrocidades que deram origem ao Estado de Israel foram formados no interior do regime fascista italiano de Mussolini. É o caso do Irgun, que teve como chefe mais conhecido o futuro primeiro-ministro Menahen Begin e chegou a integrar a Marinha de Guerra do Duce.

Por isso não surpreende que encontremos na propaganda sionista traços que nos conduzem até ao propagandista-mor de Hitler e do nazismo, Joseph Goebbels. É verdade que os métodos destes agitadores actuais parecem mais primários, mas devemos levar em conta que, pelo menos em Portugal, os governos e a comunicação social têm criado um ambiente de boa receptividade aos crimes israelitas através uma irmandade entre a clique política de Lisboa e os interesses de Israel.

Qual o objectivo declarado pelos colonos promotores do “Fórum IBEX”? Pois “combater o anti-semitismo em Portugal”. Ora mesmo escrita em Português, esta frase necessita de tradução. O que os propagandistas pretendem é montar uma campanha contra todas as correntes da sociedade portuguesa que se opõem e desmascaram os crimes do sionismo e de Israel.

Para atingirem os seus fins, os agentes israelitas prometeram “levar o que Israel tem de melhor a todas as montras do país, de Norte a Sul, televisão e rádio, centros culturais, teatros, cinemas e galerias de exposições, universidades. Nada ficará de fora”. Um autêntico blitzkrieg de propaganda.

Isto é, trouxeram um programa de intoxicação dirigido sobretudo a uma classe média portuguesa incipiente do ponto de vista intelectual, facilmente manipulada pela tecnocracia, pelo próprio tecno-feudalismo e vulnerável a referências culturais e artísticas que não passam da superficialidade.

Nos anos setenta do século passado, o ministro trabalhista israelita dos Negócios Estrangeiros dos governos de Golda Meir, Abba Eban, conseguiu antecipar o tipo de propaganda que o casal Santos veio fazer a Portugal. Dizia ele que “uma das tarefas principais de qualquer diálogo com o mundo é provar que a distinção entre anti-sionismo e anti-semitismo não existe”. Ou seja, quem não estiver de acordo com a política criminosa de Israel é anti-semita.

Esta confusão de conceitos é um pilar do sionismo. Ora o sionismo é, ele próprio, anti-semita porque se dedica a perseguir e a chacinar povos semitas, como o palestiniano. E todos os principais dirigentes ao longo da história do sionismo nem sequer são semitas, não têm nada a ver etnicamente com o Médio Oriente. As comunidades de colonos que fundaram, dirigiram e dirigem o Estado de Israel têm origem europeia, norte-americana, posteriormente africana e do Sul da Arábia.

A grande mentira dos agentes Santos é esta: eles não são semitas, mas acham que têm o direito de acusar os que não concordam com o sionismo de serem anti-semitas. Assim como é abusivo dizer que os seguidores da religião judaica em todo o mundo são forçosamente sionistas. Trata-se de um abuso de confiança que muitos praticantes do judaísmo repudiam, porque não pretendem ser confundidos com actividades cruéis e repugnantes como as guerras de agressão, o genocídio, o extermínio e a limpeza étnica.

Nada disto surpreende, tratando-se de Israel. Não se esqueçam de que os colonos Santos vieram explicar a Portugal como o sionismo valoriza “a verdade, a justiça e a dignidade humana”. Na verdade, aquilo a que continuamos a assistir na Palestina, no Líbano e no Irão é o maior exemplo de respeito pela “dignidade humana”.

The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.

See also

May 31, 2026

See also

May 31, 2026
The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.