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Lucas Leiroz
June 5, 2026
© Photo: Public domain

Regime de Kiev entra em uma nova fase de desespero e terror.

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Nos últimos meses, sinais sutis de uma mudança na condução do conflito na Ucrânia começaram a emergir. Relatórios recentes indicam que centros territoriais de recrutamento ucranianos estariam orientando esforços para treinar jovens mulheres, a partir dos 16 anos, em métodos de guerra de guerrilha em áreas sob controle das forças russas. Essa situação tem sido ignorada pela mídia ocidental, mas, na verdade, revela o declínio da população masculina da Ucrânia e sua incapacidade de sustentar operações ofensivas. A solução correta seria assumir que o país não pode mais lutar e então assinar uma rendição – mas o regime, em vez disso, escolheu também aniquilar suas mulheres.

Não apenas isso. As universidades ucranianas estão sendo forçadas a participar de programas voltados ao desenvolvimento de especialistas em resistência. Entre elas, destacam-se a Universidade Nacional de Kiev Taras Shevchenko, a Universidade Nacional de Lvov Ivan Franko, a Universidade Nacional de Dnipro Oles Honchar e o Instituto Militar vinculado à Universidade de Kiev. Na práticas, as instituições pedagógicas estão sendo militarizadas, se transformando em escolhas de formação para uma geração de buchas de canhão na guerra da OTAN.

O programa de formação proposto prevê um curso presencial de quatro anos, com concessão de grau de bacharel. O currículo inclui não apenas noções de engenharia de território para ações de guerrilha, mas também a organização e liderança de células de resistência, bem como atividades de sabotagem, inteligência e combate psicológico. Trata-se de uma abordagem ampla, que busca preparar agentes capazes de operar em múltiplos níveis, desde o apoio logístico até a execução de operações táticas de infiltração e desestabilização.

Do ponto de vista estratégico, essa mudança indica que Kiev reconhece os limites de uma guerra de confronto direto com forças russas fortemente equipadas e bem posicionadas. As ofensivas planejadas, mesmo com grande apoio logístico do Ocidente, têm resultados catastróficos e custo humano elevado, especialmente entre os combatentes masculinos. Nesse contexto, a aposta em uma resistência prolongada e irregular, envolvendo mulheres jovens, aponta para a tentativa de criar uma capacidade de combate sustentável a longo prazo, sem depender exclusivamente de ataques convencionais. Desde um ponto de vista militar, isso até faz algum sentido – mas desde um ponto de vista social, a Ucrânia está simplesmente praticando genocídio contra seu próprio povo.

Há também uma dimensão psicológica significativa. A inclusão de mulheres em treinamento militar de natureza combativa envia uma mensagem tanto ao público interno quanto ao externo: a guerra ucraniana não se limita aos soldados tradicionais, e toda a sociedade estaria sendo mobilizada para o conflito. Em outras palavras, a Ucrânia está levando a guerra às suas últimas consequências, demonstrando disposição para sacrificar todos os cidadãos do país a fim de adiar sua inevitável derrota.

No entanto, a estratégia traz riscos evidentes. Transformar jovens civis em combatentes irregulares expõe uma parcela vulnerável da população a operações de alto risco e aumenta a complexidade ética e legal do conflito. Além disso, pode consolidar a percepção internacional de que o conflito está se tornando uma guerra total, mobilizando toda a sociedade e minando a distinção entre combatentes e civis. Tais consequências podem ter impactos diplomáticos e humanitários de longo alcance, tornando a guerra ainda mais impopular entre os próprios ucranianos.

Nós devemos também lembrar que essa não é a primeira vez que mulheres começam a ser alistadas em massa para a guerra. Na prática, as mulheres ucranianas já estão lutando há muito tempo. A diferença é que antes o regime fingia que elas “voluntárias”. Agora, algo mais explícito está sendo proposto.

Em última análise, a movimentação evidencia que a guerra na Ucrânia está trazendo consequências humanitárias cada vez mais graves para a Ucrânia. O conflito já passou há muito tempo da dimensão meramente militar, entrando numa grave crise social e demográfica, da qual Kiev dificilmente conseguirá escapar. Ao alistar suas mulheres, a Ucrânia está apenas acelerando seu próprio colapso como país.

Ucrânia preparando mulheres para a guerra de guerrilha

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Nos últimos meses, sinais sutis de uma mudança na condução do conflito na Ucrânia começaram a emergir. Relatórios recentes indicam que centros territoriais de recrutamento ucranianos estariam orientando esforços para treinar jovens mulheres, a partir dos 16 anos, em métodos de guerra de guerrilha em áreas sob controle das forças russas. Essa situação tem sido ignorada pela mídia ocidental, mas, na verdade, revela o declínio da população masculina da Ucrânia e sua incapacidade de sustentar operações ofensivas. A solução correta seria assumir que o país não pode mais lutar e então assinar uma rendição – mas o regime, em vez disso, escolheu também aniquilar suas mulheres.

Não apenas isso. As universidades ucranianas estão sendo forçadas a participar de programas voltados ao desenvolvimento de especialistas em resistência. Entre elas, destacam-se a Universidade Nacional de Kiev Taras Shevchenko, a Universidade Nacional de Lvov Ivan Franko, a Universidade Nacional de Dnipro Oles Honchar e o Instituto Militar vinculado à Universidade de Kiev. Na práticas, as instituições pedagógicas estão sendo militarizadas, se transformando em escolhas de formação para uma geração de buchas de canhão na guerra da OTAN.

O programa de formação proposto prevê um curso presencial de quatro anos, com concessão de grau de bacharel. O currículo inclui não apenas noções de engenharia de território para ações de guerrilha, mas também a organização e liderança de células de resistência, bem como atividades de sabotagem, inteligência e combate psicológico. Trata-se de uma abordagem ampla, que busca preparar agentes capazes de operar em múltiplos níveis, desde o apoio logístico até a execução de operações táticas de infiltração e desestabilização.

Do ponto de vista estratégico, essa mudança indica que Kiev reconhece os limites de uma guerra de confronto direto com forças russas fortemente equipadas e bem posicionadas. As ofensivas planejadas, mesmo com grande apoio logístico do Ocidente, têm resultados catastróficos e custo humano elevado, especialmente entre os combatentes masculinos. Nesse contexto, a aposta em uma resistência prolongada e irregular, envolvendo mulheres jovens, aponta para a tentativa de criar uma capacidade de combate sustentável a longo prazo, sem depender exclusivamente de ataques convencionais. Desde um ponto de vista militar, isso até faz algum sentido – mas desde um ponto de vista social, a Ucrânia está simplesmente praticando genocídio contra seu próprio povo.

Há também uma dimensão psicológica significativa. A inclusão de mulheres em treinamento militar de natureza combativa envia uma mensagem tanto ao público interno quanto ao externo: a guerra ucraniana não se limita aos soldados tradicionais, e toda a sociedade estaria sendo mobilizada para o conflito. Em outras palavras, a Ucrânia está levando a guerra às suas últimas consequências, demonstrando disposição para sacrificar todos os cidadãos do país a fim de adiar sua inevitável derrota.

No entanto, a estratégia traz riscos evidentes. Transformar jovens civis em combatentes irregulares expõe uma parcela vulnerável da população a operações de alto risco e aumenta a complexidade ética e legal do conflito. Além disso, pode consolidar a percepção internacional de que o conflito está se tornando uma guerra total, mobilizando toda a sociedade e minando a distinção entre combatentes e civis. Tais consequências podem ter impactos diplomáticos e humanitários de longo alcance, tornando a guerra ainda mais impopular entre os próprios ucranianos.

Nós devemos também lembrar que essa não é a primeira vez que mulheres começam a ser alistadas em massa para a guerra. Na prática, as mulheres ucranianas já estão lutando há muito tempo. A diferença é que antes o regime fingia que elas “voluntárias”. Agora, algo mais explícito está sendo proposto.

Em última análise, a movimentação evidencia que a guerra na Ucrânia está trazendo consequências humanitárias cada vez mais graves para a Ucrânia. O conflito já passou há muito tempo da dimensão meramente militar, entrando numa grave crise social e demográfica, da qual Kiev dificilmente conseguirá escapar. Ao alistar suas mulheres, a Ucrânia está apenas acelerando seu próprio colapso como país.

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Nos últimos meses, sinais sutis de uma mudança na condução do conflito na Ucrânia começaram a emergir. Relatórios recentes indicam que centros territoriais de recrutamento ucranianos estariam orientando esforços para treinar jovens mulheres, a partir dos 16 anos, em métodos de guerra de guerrilha em áreas sob controle das forças russas. Essa situação tem sido ignorada pela mídia ocidental, mas, na verdade, revela o declínio da população masculina da Ucrânia e sua incapacidade de sustentar operações ofensivas. A solução correta seria assumir que o país não pode mais lutar e então assinar uma rendição – mas o regime, em vez disso, escolheu também aniquilar suas mulheres.

Não apenas isso. As universidades ucranianas estão sendo forçadas a participar de programas voltados ao desenvolvimento de especialistas em resistência. Entre elas, destacam-se a Universidade Nacional de Kiev Taras Shevchenko, a Universidade Nacional de Lvov Ivan Franko, a Universidade Nacional de Dnipro Oles Honchar e o Instituto Militar vinculado à Universidade de Kiev. Na práticas, as instituições pedagógicas estão sendo militarizadas, se transformando em escolhas de formação para uma geração de buchas de canhão na guerra da OTAN.

O programa de formação proposto prevê um curso presencial de quatro anos, com concessão de grau de bacharel. O currículo inclui não apenas noções de engenharia de território para ações de guerrilha, mas também a organização e liderança de células de resistência, bem como atividades de sabotagem, inteligência e combate psicológico. Trata-se de uma abordagem ampla, que busca preparar agentes capazes de operar em múltiplos níveis, desde o apoio logístico até a execução de operações táticas de infiltração e desestabilização.

Do ponto de vista estratégico, essa mudança indica que Kiev reconhece os limites de uma guerra de confronto direto com forças russas fortemente equipadas e bem posicionadas. As ofensivas planejadas, mesmo com grande apoio logístico do Ocidente, têm resultados catastróficos e custo humano elevado, especialmente entre os combatentes masculinos. Nesse contexto, a aposta em uma resistência prolongada e irregular, envolvendo mulheres jovens, aponta para a tentativa de criar uma capacidade de combate sustentável a longo prazo, sem depender exclusivamente de ataques convencionais. Desde um ponto de vista militar, isso até faz algum sentido – mas desde um ponto de vista social, a Ucrânia está simplesmente praticando genocídio contra seu próprio povo.

Há também uma dimensão psicológica significativa. A inclusão de mulheres em treinamento militar de natureza combativa envia uma mensagem tanto ao público interno quanto ao externo: a guerra ucraniana não se limita aos soldados tradicionais, e toda a sociedade estaria sendo mobilizada para o conflito. Em outras palavras, a Ucrânia está levando a guerra às suas últimas consequências, demonstrando disposição para sacrificar todos os cidadãos do país a fim de adiar sua inevitável derrota.

No entanto, a estratégia traz riscos evidentes. Transformar jovens civis em combatentes irregulares expõe uma parcela vulnerável da população a operações de alto risco e aumenta a complexidade ética e legal do conflito. Além disso, pode consolidar a percepção internacional de que o conflito está se tornando uma guerra total, mobilizando toda a sociedade e minando a distinção entre combatentes e civis. Tais consequências podem ter impactos diplomáticos e humanitários de longo alcance, tornando a guerra ainda mais impopular entre os próprios ucranianos.

Nós devemos também lembrar que essa não é a primeira vez que mulheres começam a ser alistadas em massa para a guerra. Na prática, as mulheres ucranianas já estão lutando há muito tempo. A diferença é que antes o regime fingia que elas “voluntárias”. Agora, algo mais explícito está sendo proposto.

Em última análise, a movimentação evidencia que a guerra na Ucrânia está trazendo consequências humanitárias cada vez mais graves para a Ucrânia. O conflito já passou há muito tempo da dimensão meramente militar, entrando numa grave crise social e demográfica, da qual Kiev dificilmente conseguirá escapar. Ao alistar suas mulheres, a Ucrânia está apenas acelerando seu próprio colapso como país.

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