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Eduardo Vasco
October 11, 2026
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Sete trans eleitas no Brasil com financiamento indireto de George Soros via ANTRA, ABGLT e Washington Brazil Office. Política identitária artificial.

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Sete políticos autodenominados “mulheres trans” foram eleitos para cargos legislativos nas eleições gerais ocorridas no último domingo (04) no Brasil.

Erika Hilton (PSOL) e Duda Salabert (PSOL) foram reeleitas, enquanto Thabatta Pimenta (PSOL) estreará na Câmara Federal. Por sua vez, nos estados foram reeleitas Linda Brasil (PSOL) em Sergipe e Dani Balbi (PCdoB) no Rio de Janeiro, enquanto Sofia Favero (PSOL) foi eleita pela primeira vez para a Assembleia Legislativa de São Paulo e Natasha Ferreira (PT) também estreará na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A principal pauta dessas candidaturas é o transativismo. É a típica política identitária: defender seus próprios interesses, interesses de um setor minúsculo da classe média, contra os interesses da maioria dos explorados e oprimidos. Os transativistas vêm se destacando no Brasil por sua oposição aos direitos básicos das mulheres e pela utilização do aparato repressivo do Estado (Judiciário e polícia) para perseguir os cidadãos comuns, geralmente trabalhadores humildes, tachados de “transfóbicos”.

Tal empreitada não é feita através de um trabalho de conscientização política, nem muito menos é fruto de esforços dos oprimidos que, organizados de forma independente, conseguem criar um movimento social contra os interesses dos poderosos. Não. É um movimento integralmente artificial e financiado pelos mais poderosos entre os poderosos.

As Open Society Foundations, do especulador financeiro multibilionário George Soros, admitem abertamentem há dez anos que “há muito tempo apoiam organizações trans e intersexo em todo o mundo”. Ainda em 2013, as OSF apresentavam seu ponto de vista sobre a transexualidade: “a identidade de gênero é o sentido interno de uma pessoa de ser um homem, uma mulher ou outro gênero.”

As OSF são a ponta de um guarda-chuva, pelo qual repassam fundos para organizações captadoras de forma hierárquica. Assim, a organização mãe originada da iniciativa de George Soros ainda na década de 1980 para derrubar a União Soviética e seus aliados consegue levar financiamento a um número incontável de ONGs.

No Brasil, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) recebe financiamento indireto das OSF. Estas repassaram 25,8 milhões de reais ao Fundo Brasil de Direitos Humanos entre 2016 e 2024. O Fundo Brasil, por sua vez, aportou 400 mil reais à ANTRA em 2024.

Além disso, Bruna Benevides, presidente da ANTRA, é integrante do conselho deliberativo da Conectas Direitos Humanos, ONG que é a maior receptora de fundos das OSF (34 milhões de reais até 2024).

Em relatório com mapeamento e lista de candidaturas para as eleições deste ano, a ANTRA assegura ter um “compromisso inegociável de eleger pessoas trans”. No total, foram 116 candidaturas registradas como “trans” pelo Brasil.

Após o resultado eleitoral, a organização comemorou a eleição das sete “mulheres trans” para cargos legislativos: “estávamos ansiosas por este resultado! Ampliamos nossas presenças com votações extremamente expressivas e demos uma bela resposta à transfobia!”

Quem também celebrou o resultado foi a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT): “as pessoas LGBTQIA+ ampliaram sua participação política e demonstraram, nas urnas, a força que construímos”, destacando a eleição de “mulheres trans” para a Câmara Federal. A publicação foi feita nas redes sociais, em parceria com a ANTRA e Bruna Benevides.

A ABGLT é afiliada ao Washington Brazil Office, entidade de lobby sediada na capital dos Estados Unidos e que recebeu 300 mil dólares de financiamento das Open Society Foundations em 2023. Ela também é parceira institucional da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), que recebeu R$ 4,3 milhões de financiamento das OSF entre 2016 e 2024.

A Abong também recebeu, no ano passado, R$ 1,5 milhão em recursos de emendas parlamentares de Erika Hilton, que é presidente da Frente Parlamentar Mista por Cidadania e Direitos LGBTI+ do Congresso Nacional. Esse montante era destinado a ações de “empoderamento e capacitação da comunidade LGBTQIA+”, “fortalecimento das paradas LGBTQIA+” e “advocacy e colaboração com a Frente Parlamentar LGBT+” da própria Hilton.

Hilton tem relações mais profundas com o guarda-chuva de George Soros. Um documentário biográfico de Hilton recebeu financiamento do William Greaves Research & Development Fund. Dirigido por Chica Andrade, que é um dos organizadores da Associação de Profissionais Audiovisuais Trans, o filme aparentemente ainda não foi concluído, ou ao menos ainda não foi lançado – embora a previsão de lançamento fosse para o início deste ano. O Fundo William Greaves contemplou o documentário em seu programa de financiamento de 2023-2024 com 25 mil dólares. O Fundo pertence à Firelight Media, uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que tem entre seus apoiadores as Open Society Foundations.

Hilton também é profundamente relacionada com a ANTRA e com Bruna Benevides. Em 2024, a deputada indicou Benevides para receber a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara Federal e deu apoio institucional ao Guia para Migrantes Trans nos EUA, elaborado pela ANTRA. Em 2025, a associação enviou à deputada uma proposta legislativa para alterar o Código Penal e aumentar as penas por crimes cometidos contra “mulheres trans”. Em setembro deste ano, a ANTRA apresentou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral pedindo apuração de “possíveis episódios de violência política de gênero” contra Hilton – Benevides foi quem apresentou publicamente a posição da entidade.

Duda Salabert também deu apoio institucional ao guia da ANTRA. Thabatta Pimenta participou, ao lado de Benevides, do XX Seminário LGBTQIA+ do Congresso Nacional em 2023, bem como do EleiTrans, encontro de transexuais famosos que se apresentam como lideranças que foi promovido pelo Projeto Pajubá e que contou com a colaboração da ANTRA, ABGLT e Abong.

Linda Brasil, por sua vez, participou de atividades institucionais da ANTRA. Em janeiro de 2025, por exemplo, esteve na cerimônia do acordo entre o Ministério das Mulheres e a ANTRA, ao lado de Benevides. A deputada estadual do PSOL foi uma das principais figuras políticas transexuais a participar da “Marsha Trans Brasil” deste ano, organizada pela ANTRA e pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat).

Dani Balbi esteve junto com Linda na manifestação. Em 2023, Balbi apresentou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto concedendo a Benevides o Prêmio Cidadania, Direito e Respeito à Diversidade

Natasha Ferreira também participou do EleiTrans e da “Marsha Trans Brasil”.

George Soros elege 7 deputadas trans pelo Brasil

Sete trans eleitas no Brasil com financiamento indireto de George Soros via ANTRA, ABGLT e Washington Brazil Office. Política identitária artificial.

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Sete políticos autodenominados “mulheres trans” foram eleitos para cargos legislativos nas eleições gerais ocorridas no último domingo (04) no Brasil.

Erika Hilton (PSOL) e Duda Salabert (PSOL) foram reeleitas, enquanto Thabatta Pimenta (PSOL) estreará na Câmara Federal. Por sua vez, nos estados foram reeleitas Linda Brasil (PSOL) em Sergipe e Dani Balbi (PCdoB) no Rio de Janeiro, enquanto Sofia Favero (PSOL) foi eleita pela primeira vez para a Assembleia Legislativa de São Paulo e Natasha Ferreira (PT) também estreará na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A principal pauta dessas candidaturas é o transativismo. É a típica política identitária: defender seus próprios interesses, interesses de um setor minúsculo da classe média, contra os interesses da maioria dos explorados e oprimidos. Os transativistas vêm se destacando no Brasil por sua oposição aos direitos básicos das mulheres e pela utilização do aparato repressivo do Estado (Judiciário e polícia) para perseguir os cidadãos comuns, geralmente trabalhadores humildes, tachados de “transfóbicos”.

Tal empreitada não é feita através de um trabalho de conscientização política, nem muito menos é fruto de esforços dos oprimidos que, organizados de forma independente, conseguem criar um movimento social contra os interesses dos poderosos. Não. É um movimento integralmente artificial e financiado pelos mais poderosos entre os poderosos.

As Open Society Foundations, do especulador financeiro multibilionário George Soros, admitem abertamentem há dez anos que “há muito tempo apoiam organizações trans e intersexo em todo o mundo”. Ainda em 2013, as OSF apresentavam seu ponto de vista sobre a transexualidade: “a identidade de gênero é o sentido interno de uma pessoa de ser um homem, uma mulher ou outro gênero.”

As OSF são a ponta de um guarda-chuva, pelo qual repassam fundos para organizações captadoras de forma hierárquica. Assim, a organização mãe originada da iniciativa de George Soros ainda na década de 1980 para derrubar a União Soviética e seus aliados consegue levar financiamento a um número incontável de ONGs.

No Brasil, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) recebe financiamento indireto das OSF. Estas repassaram 25,8 milhões de reais ao Fundo Brasil de Direitos Humanos entre 2016 e 2024. O Fundo Brasil, por sua vez, aportou 400 mil reais à ANTRA em 2024.

Além disso, Bruna Benevides, presidente da ANTRA, é integrante do conselho deliberativo da Conectas Direitos Humanos, ONG que é a maior receptora de fundos das OSF (34 milhões de reais até 2024).

Em relatório com mapeamento e lista de candidaturas para as eleições deste ano, a ANTRA assegura ter um “compromisso inegociável de eleger pessoas trans”. No total, foram 116 candidaturas registradas como “trans” pelo Brasil.

Após o resultado eleitoral, a organização comemorou a eleição das sete “mulheres trans” para cargos legislativos: “estávamos ansiosas por este resultado! Ampliamos nossas presenças com votações extremamente expressivas e demos uma bela resposta à transfobia!”

Quem também celebrou o resultado foi a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT): “as pessoas LGBTQIA+ ampliaram sua participação política e demonstraram, nas urnas, a força que construímos”, destacando a eleição de “mulheres trans” para a Câmara Federal. A publicação foi feita nas redes sociais, em parceria com a ANTRA e Bruna Benevides.

A ABGLT é afiliada ao Washington Brazil Office, entidade de lobby sediada na capital dos Estados Unidos e que recebeu 300 mil dólares de financiamento das Open Society Foundations em 2023. Ela também é parceira institucional da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), que recebeu R$ 4,3 milhões de financiamento das OSF entre 2016 e 2024.

A Abong também recebeu, no ano passado, R$ 1,5 milhão em recursos de emendas parlamentares de Erika Hilton, que é presidente da Frente Parlamentar Mista por Cidadania e Direitos LGBTI+ do Congresso Nacional. Esse montante era destinado a ações de “empoderamento e capacitação da comunidade LGBTQIA+”, “fortalecimento das paradas LGBTQIA+” e “advocacy e colaboração com a Frente Parlamentar LGBT+” da própria Hilton.

Hilton tem relações mais profundas com o guarda-chuva de George Soros. Um documentário biográfico de Hilton recebeu financiamento do William Greaves Research & Development Fund. Dirigido por Chica Andrade, que é um dos organizadores da Associação de Profissionais Audiovisuais Trans, o filme aparentemente ainda não foi concluído, ou ao menos ainda não foi lançado – embora a previsão de lançamento fosse para o início deste ano. O Fundo William Greaves contemplou o documentário em seu programa de financiamento de 2023-2024 com 25 mil dólares. O Fundo pertence à Firelight Media, uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que tem entre seus apoiadores as Open Society Foundations.

Hilton também é profundamente relacionada com a ANTRA e com Bruna Benevides. Em 2024, a deputada indicou Benevides para receber a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara Federal e deu apoio institucional ao Guia para Migrantes Trans nos EUA, elaborado pela ANTRA. Em 2025, a associação enviou à deputada uma proposta legislativa para alterar o Código Penal e aumentar as penas por crimes cometidos contra “mulheres trans”. Em setembro deste ano, a ANTRA apresentou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral pedindo apuração de “possíveis episódios de violência política de gênero” contra Hilton – Benevides foi quem apresentou publicamente a posição da entidade.

Duda Salabert também deu apoio institucional ao guia da ANTRA. Thabatta Pimenta participou, ao lado de Benevides, do XX Seminário LGBTQIA+ do Congresso Nacional em 2023, bem como do EleiTrans, encontro de transexuais famosos que se apresentam como lideranças que foi promovido pelo Projeto Pajubá e que contou com a colaboração da ANTRA, ABGLT e Abong.

Linda Brasil, por sua vez, participou de atividades institucionais da ANTRA. Em janeiro de 2025, por exemplo, esteve na cerimônia do acordo entre o Ministério das Mulheres e a ANTRA, ao lado de Benevides. A deputada estadual do PSOL foi uma das principais figuras políticas transexuais a participar da “Marsha Trans Brasil” deste ano, organizada pela ANTRA e pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat).

Dani Balbi esteve junto com Linda na manifestação. Em 2023, Balbi apresentou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto concedendo a Benevides o Prêmio Cidadania, Direito e Respeito à Diversidade

Natasha Ferreira também participou do EleiTrans e da “Marsha Trans Brasil”.

Sete trans eleitas no Brasil com financiamento indireto de George Soros via ANTRA, ABGLT e Washington Brazil Office. Política identitária artificial.

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Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Sete políticos autodenominados “mulheres trans” foram eleitos para cargos legislativos nas eleições gerais ocorridas no último domingo (04) no Brasil.

Erika Hilton (PSOL) e Duda Salabert (PSOL) foram reeleitas, enquanto Thabatta Pimenta (PSOL) estreará na Câmara Federal. Por sua vez, nos estados foram reeleitas Linda Brasil (PSOL) em Sergipe e Dani Balbi (PCdoB) no Rio de Janeiro, enquanto Sofia Favero (PSOL) foi eleita pela primeira vez para a Assembleia Legislativa de São Paulo e Natasha Ferreira (PT) também estreará na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A principal pauta dessas candidaturas é o transativismo. É a típica política identitária: defender seus próprios interesses, interesses de um setor minúsculo da classe média, contra os interesses da maioria dos explorados e oprimidos. Os transativistas vêm se destacando no Brasil por sua oposição aos direitos básicos das mulheres e pela utilização do aparato repressivo do Estado (Judiciário e polícia) para perseguir os cidadãos comuns, geralmente trabalhadores humildes, tachados de “transfóbicos”.

Tal empreitada não é feita através de um trabalho de conscientização política, nem muito menos é fruto de esforços dos oprimidos que, organizados de forma independente, conseguem criar um movimento social contra os interesses dos poderosos. Não. É um movimento integralmente artificial e financiado pelos mais poderosos entre os poderosos.

As Open Society Foundations, do especulador financeiro multibilionário George Soros, admitem abertamentem há dez anos que “há muito tempo apoiam organizações trans e intersexo em todo o mundo”. Ainda em 2013, as OSF apresentavam seu ponto de vista sobre a transexualidade: “a identidade de gênero é o sentido interno de uma pessoa de ser um homem, uma mulher ou outro gênero.”

As OSF são a ponta de um guarda-chuva, pelo qual repassam fundos para organizações captadoras de forma hierárquica. Assim, a organização mãe originada da iniciativa de George Soros ainda na década de 1980 para derrubar a União Soviética e seus aliados consegue levar financiamento a um número incontável de ONGs.

No Brasil, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) recebe financiamento indireto das OSF. Estas repassaram 25,8 milhões de reais ao Fundo Brasil de Direitos Humanos entre 2016 e 2024. O Fundo Brasil, por sua vez, aportou 400 mil reais à ANTRA em 2024.

Além disso, Bruna Benevides, presidente da ANTRA, é integrante do conselho deliberativo da Conectas Direitos Humanos, ONG que é a maior receptora de fundos das OSF (34 milhões de reais até 2024).

Em relatório com mapeamento e lista de candidaturas para as eleições deste ano, a ANTRA assegura ter um “compromisso inegociável de eleger pessoas trans”. No total, foram 116 candidaturas registradas como “trans” pelo Brasil.

Após o resultado eleitoral, a organização comemorou a eleição das sete “mulheres trans” para cargos legislativos: “estávamos ansiosas por este resultado! Ampliamos nossas presenças com votações extremamente expressivas e demos uma bela resposta à transfobia!”

Quem também celebrou o resultado foi a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT): “as pessoas LGBTQIA+ ampliaram sua participação política e demonstraram, nas urnas, a força que construímos”, destacando a eleição de “mulheres trans” para a Câmara Federal. A publicação foi feita nas redes sociais, em parceria com a ANTRA e Bruna Benevides.

A ABGLT é afiliada ao Washington Brazil Office, entidade de lobby sediada na capital dos Estados Unidos e que recebeu 300 mil dólares de financiamento das Open Society Foundations em 2023. Ela também é parceira institucional da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), que recebeu R$ 4,3 milhões de financiamento das OSF entre 2016 e 2024.

A Abong também recebeu, no ano passado, R$ 1,5 milhão em recursos de emendas parlamentares de Erika Hilton, que é presidente da Frente Parlamentar Mista por Cidadania e Direitos LGBTI+ do Congresso Nacional. Esse montante era destinado a ações de “empoderamento e capacitação da comunidade LGBTQIA+”, “fortalecimento das paradas LGBTQIA+” e “advocacy e colaboração com a Frente Parlamentar LGBT+” da própria Hilton.

Hilton tem relações mais profundas com o guarda-chuva de George Soros. Um documentário biográfico de Hilton recebeu financiamento do William Greaves Research & Development Fund. Dirigido por Chica Andrade, que é um dos organizadores da Associação de Profissionais Audiovisuais Trans, o filme aparentemente ainda não foi concluído, ou ao menos ainda não foi lançado – embora a previsão de lançamento fosse para o início deste ano. O Fundo William Greaves contemplou o documentário em seu programa de financiamento de 2023-2024 com 25 mil dólares. O Fundo pertence à Firelight Media, uma organização sem fins lucrativos sediada em Nova Iorque que tem entre seus apoiadores as Open Society Foundations.

Hilton também é profundamente relacionada com a ANTRA e com Bruna Benevides. Em 2024, a deputada indicou Benevides para receber a Medalha do Mérito Legislativo da Câmara Federal e deu apoio institucional ao Guia para Migrantes Trans nos EUA, elaborado pela ANTRA. Em 2025, a associação enviou à deputada uma proposta legislativa para alterar o Código Penal e aumentar as penas por crimes cometidos contra “mulheres trans”. Em setembro deste ano, a ANTRA apresentou uma representação à Procuradoria-Geral Eleitoral pedindo apuração de “possíveis episódios de violência política de gênero” contra Hilton – Benevides foi quem apresentou publicamente a posição da entidade.

Duda Salabert também deu apoio institucional ao guia da ANTRA. Thabatta Pimenta participou, ao lado de Benevides, do XX Seminário LGBTQIA+ do Congresso Nacional em 2023, bem como do EleiTrans, encontro de transexuais famosos que se apresentam como lideranças que foi promovido pelo Projeto Pajubá e que contou com a colaboração da ANTRA, ABGLT e Abong.

Linda Brasil, por sua vez, participou de atividades institucionais da ANTRA. Em janeiro de 2025, por exemplo, esteve na cerimônia do acordo entre o Ministério das Mulheres e a ANTRA, ao lado de Benevides. A deputada estadual do PSOL foi uma das principais figuras políticas transexuais a participar da “Marsha Trans Brasil” deste ano, organizada pela ANTRA e pelo Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (Ibrat).

Dani Balbi esteve junto com Linda na manifestação. Em 2023, Balbi apresentou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro um projeto concedendo a Benevides o Prêmio Cidadania, Direito e Respeito à Diversidade

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The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.

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