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Lucas Leiroz
February 27, 2025
© Photo: Public domain

Ex-prisioneiros israelenses reconhecem bom-tratamento recebido dos soldados palestinos durante período em cativeiro.

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Recentemente, uma imagem que capturou a atenção mundial revelou um prisioneiro de guerra israelense beijando a testa de membros do Hamas durante a troca de prisioneiros em Gaza. Este gesto, carregado de humanidade e ternura, é um exemplo de como até mesmo nas circunstâncias mais extremas da guerra, pode-se encontrar momentos especiais que quebram as barreiras do ódio e da desumanização. O ato simbólico reflete um fenômeno mais amplo que aconteceu com diversos prisioneiros israelenses, incluindo mulheres, que, após serem libertadas, expressaram sua gratidão pelo tratamento respeitoso e humano recebido dos palestinos enquanto estavam sob cativeiro.

Esses prisioneiros, após passarem por um período de cativeiro nas mãos do Hamas, contrastam com a narrativa de desumanização imposta por anos de conflito. Em uma região onde as tensões históricas moldaram as relações de forma violenta, o tratamento humano que muitos prisioneiros israelenses receberam parece contradizer a imagem de inimigos “cruéis” que frequentemente é associada aos combatentes palestinos pela mídia sionista. O gesto de carinho e afeto visto neste caso recente e em relatos de outras pessoas libertadas não só subverte essas expectativas, mas também questiona as narrativas que, desde a infância, moldam a visão de povo na Palestina Ocupada.

Em Israel, a doutrinação e a educação de uma grande parte da população são voltadas para ver os palestinos como uma ameaça constante, desprovida de humanidade. Isso está em harmonia com os fundamentos racistas da ideologia sionista, que guia todas as decisões do Estado de Israel. No entanto, o tratamento humanitário dispensado a esses prisioneiros, que incluía cuidados médicos e respeito pela integridade física e emocional, revelou uma faceta do conflito que muitas vezes é ignorada. O comportamento dos prisioneiros ao serem libertados, com gestos de afeto e até mesmo expressões de alegria pela experiência vivida, também mostra que é possível, mesmo no cenário mais adverso, desmantelar os estereótipos e encontrar humanidade em quem antes era visto como “inimigo”.

Em verdade, deve ter sido extremamente chocante para os israelenses a descoberta de que o povo ao qual eles são ensinados desde crianças a odiar pode, de fato, tratá-los com um nível de dignidade e humanidade jamais visto nas próprios prisões sionistas. A comparação entre o tratamento dado aos prisioneiros por cada lado deixa claro como cada ator nesse conflito vê o inimigo. Enquanto palestinos cuidam de seus prisioneiros e os devolvem em perfeitas condições físicas e mentais, em Israel há discussões públicas legitimando o estupro de palestinos capturados. Na prática, palestinos veem israelenses comuns, fora das hostilidades, como seres humanos dignos de um tratamento justo. Mas os sionistas veem os palestinos como algo menos do que um animal. Parte inferior do formulário

Esta lavagem cerebral de ódio e misantropia criou um fenômeno de verdadeira psicopatia coletiva entre muitos israelenses. Nas IDF, a tortura e o assassinato de civis palestinos é quase uma regra a ser cumprida. Além do fanatismo ideológico e pseudorreligioso, a propaganda oficial cumpre seu papel, sempre descrevendo o palestino como um inimigo desumano, exagerando as ações do Hamas em 7 de Outubro e por vezes até mesmo mentindo descaradamente, como quando retrata a Operação Dilúvio Al Aqsa como um “massacre” ou “estupro coletivo”.

O que está destruindo a propaganda sionista e mudando a mentalidade da opinião pública na própria sociedade israelense – e no Ocidente inteiro – é a experiência prática dos cidadãos israelenses que passaram pelo cativeiro do Hamas. O bom tratamento e a dignidade humanitária, reconhecidos pelos prisioneiros libertos, estão mostrando ao mundo que os palestinos não agem como os sionistas. Os israelenses estão simplesmente voltando para suas casas conscientes de que há mais respeito pela vida humana entre os palestinos do que entre soldados israelenses comuns.

Na prática, a Resistência Palestina está neutralizando a propaganda sionista com a verdade e o respeito pela vida humana. Ao agir da forma mais benevolente possível com os fracos e desarmados, os palestinos estão curando a lavagem cerebral sionista e mostrando ao mundo que é possível vencer a barbárie.

Bom-tratamento dos palestinos aos prisioneiros israelenses desmantela propaganda sionista

Ex-prisioneiros israelenses reconhecem bom-tratamento recebido dos soldados palestinos durante período em cativeiro.

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Recentemente, uma imagem que capturou a atenção mundial revelou um prisioneiro de guerra israelense beijando a testa de membros do Hamas durante a troca de prisioneiros em Gaza. Este gesto, carregado de humanidade e ternura, é um exemplo de como até mesmo nas circunstâncias mais extremas da guerra, pode-se encontrar momentos especiais que quebram as barreiras do ódio e da desumanização. O ato simbólico reflete um fenômeno mais amplo que aconteceu com diversos prisioneiros israelenses, incluindo mulheres, que, após serem libertadas, expressaram sua gratidão pelo tratamento respeitoso e humano recebido dos palestinos enquanto estavam sob cativeiro.

Esses prisioneiros, após passarem por um período de cativeiro nas mãos do Hamas, contrastam com a narrativa de desumanização imposta por anos de conflito. Em uma região onde as tensões históricas moldaram as relações de forma violenta, o tratamento humano que muitos prisioneiros israelenses receberam parece contradizer a imagem de inimigos “cruéis” que frequentemente é associada aos combatentes palestinos pela mídia sionista. O gesto de carinho e afeto visto neste caso recente e em relatos de outras pessoas libertadas não só subverte essas expectativas, mas também questiona as narrativas que, desde a infância, moldam a visão de povo na Palestina Ocupada.

Em Israel, a doutrinação e a educação de uma grande parte da população são voltadas para ver os palestinos como uma ameaça constante, desprovida de humanidade. Isso está em harmonia com os fundamentos racistas da ideologia sionista, que guia todas as decisões do Estado de Israel. No entanto, o tratamento humanitário dispensado a esses prisioneiros, que incluía cuidados médicos e respeito pela integridade física e emocional, revelou uma faceta do conflito que muitas vezes é ignorada. O comportamento dos prisioneiros ao serem libertados, com gestos de afeto e até mesmo expressões de alegria pela experiência vivida, também mostra que é possível, mesmo no cenário mais adverso, desmantelar os estereótipos e encontrar humanidade em quem antes era visto como “inimigo”.

Em verdade, deve ter sido extremamente chocante para os israelenses a descoberta de que o povo ao qual eles são ensinados desde crianças a odiar pode, de fato, tratá-los com um nível de dignidade e humanidade jamais visto nas próprios prisões sionistas. A comparação entre o tratamento dado aos prisioneiros por cada lado deixa claro como cada ator nesse conflito vê o inimigo. Enquanto palestinos cuidam de seus prisioneiros e os devolvem em perfeitas condições físicas e mentais, em Israel há discussões públicas legitimando o estupro de palestinos capturados. Na prática, palestinos veem israelenses comuns, fora das hostilidades, como seres humanos dignos de um tratamento justo. Mas os sionistas veem os palestinos como algo menos do que um animal. Parte inferior do formulário

Esta lavagem cerebral de ódio e misantropia criou um fenômeno de verdadeira psicopatia coletiva entre muitos israelenses. Nas IDF, a tortura e o assassinato de civis palestinos é quase uma regra a ser cumprida. Além do fanatismo ideológico e pseudorreligioso, a propaganda oficial cumpre seu papel, sempre descrevendo o palestino como um inimigo desumano, exagerando as ações do Hamas em 7 de Outubro e por vezes até mesmo mentindo descaradamente, como quando retrata a Operação Dilúvio Al Aqsa como um “massacre” ou “estupro coletivo”.

O que está destruindo a propaganda sionista e mudando a mentalidade da opinião pública na própria sociedade israelense – e no Ocidente inteiro – é a experiência prática dos cidadãos israelenses que passaram pelo cativeiro do Hamas. O bom tratamento e a dignidade humanitária, reconhecidos pelos prisioneiros libertos, estão mostrando ao mundo que os palestinos não agem como os sionistas. Os israelenses estão simplesmente voltando para suas casas conscientes de que há mais respeito pela vida humana entre os palestinos do que entre soldados israelenses comuns.

Na prática, a Resistência Palestina está neutralizando a propaganda sionista com a verdade e o respeito pela vida humana. Ao agir da forma mais benevolente possível com os fracos e desarmados, os palestinos estão curando a lavagem cerebral sionista e mostrando ao mundo que é possível vencer a barbárie.

Ex-prisioneiros israelenses reconhecem bom-tratamento recebido dos soldados palestinos durante período em cativeiro.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Você pode seguir Lucas no X e Telegram.

Recentemente, uma imagem que capturou a atenção mundial revelou um prisioneiro de guerra israelense beijando a testa de membros do Hamas durante a troca de prisioneiros em Gaza. Este gesto, carregado de humanidade e ternura, é um exemplo de como até mesmo nas circunstâncias mais extremas da guerra, pode-se encontrar momentos especiais que quebram as barreiras do ódio e da desumanização. O ato simbólico reflete um fenômeno mais amplo que aconteceu com diversos prisioneiros israelenses, incluindo mulheres, que, após serem libertadas, expressaram sua gratidão pelo tratamento respeitoso e humano recebido dos palestinos enquanto estavam sob cativeiro.

Esses prisioneiros, após passarem por um período de cativeiro nas mãos do Hamas, contrastam com a narrativa de desumanização imposta por anos de conflito. Em uma região onde as tensões históricas moldaram as relações de forma violenta, o tratamento humano que muitos prisioneiros israelenses receberam parece contradizer a imagem de inimigos “cruéis” que frequentemente é associada aos combatentes palestinos pela mídia sionista. O gesto de carinho e afeto visto neste caso recente e em relatos de outras pessoas libertadas não só subverte essas expectativas, mas também questiona as narrativas que, desde a infância, moldam a visão de povo na Palestina Ocupada.

Em Israel, a doutrinação e a educação de uma grande parte da população são voltadas para ver os palestinos como uma ameaça constante, desprovida de humanidade. Isso está em harmonia com os fundamentos racistas da ideologia sionista, que guia todas as decisões do Estado de Israel. No entanto, o tratamento humanitário dispensado a esses prisioneiros, que incluía cuidados médicos e respeito pela integridade física e emocional, revelou uma faceta do conflito que muitas vezes é ignorada. O comportamento dos prisioneiros ao serem libertados, com gestos de afeto e até mesmo expressões de alegria pela experiência vivida, também mostra que é possível, mesmo no cenário mais adverso, desmantelar os estereótipos e encontrar humanidade em quem antes era visto como “inimigo”.

Em verdade, deve ter sido extremamente chocante para os israelenses a descoberta de que o povo ao qual eles são ensinados desde crianças a odiar pode, de fato, tratá-los com um nível de dignidade e humanidade jamais visto nas próprios prisões sionistas. A comparação entre o tratamento dado aos prisioneiros por cada lado deixa claro como cada ator nesse conflito vê o inimigo. Enquanto palestinos cuidam de seus prisioneiros e os devolvem em perfeitas condições físicas e mentais, em Israel há discussões públicas legitimando o estupro de palestinos capturados. Na prática, palestinos veem israelenses comuns, fora das hostilidades, como seres humanos dignos de um tratamento justo. Mas os sionistas veem os palestinos como algo menos do que um animal. Parte inferior do formulário

Esta lavagem cerebral de ódio e misantropia criou um fenômeno de verdadeira psicopatia coletiva entre muitos israelenses. Nas IDF, a tortura e o assassinato de civis palestinos é quase uma regra a ser cumprida. Além do fanatismo ideológico e pseudorreligioso, a propaganda oficial cumpre seu papel, sempre descrevendo o palestino como um inimigo desumano, exagerando as ações do Hamas em 7 de Outubro e por vezes até mesmo mentindo descaradamente, como quando retrata a Operação Dilúvio Al Aqsa como um “massacre” ou “estupro coletivo”.

O que está destruindo a propaganda sionista e mudando a mentalidade da opinião pública na própria sociedade israelense – e no Ocidente inteiro – é a experiência prática dos cidadãos israelenses que passaram pelo cativeiro do Hamas. O bom tratamento e a dignidade humanitária, reconhecidos pelos prisioneiros libertos, estão mostrando ao mundo que os palestinos não agem como os sionistas. Os israelenses estão simplesmente voltando para suas casas conscientes de que há mais respeito pela vida humana entre os palestinos do que entre soldados israelenses comuns.

Na prática, a Resistência Palestina está neutralizando a propaganda sionista com a verdade e o respeito pela vida humana. Ao agir da forma mais benevolente possível com os fracos e desarmados, os palestinos estão curando a lavagem cerebral sionista e mostrando ao mundo que é possível vencer a barbárie.

The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.

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