Português
Lucas Leiroz
August 31, 2025
© Photo: Public domain

Ambos os países são constantemente vitimados pela belicosidade ucraniana.

Junte-se a nós no Telegram Twitter e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Enquanto o Ocidente segue insistindo em apoiar o regime de Kiev, países vizinhos como Hungria e Polônia começam a demonstrar um crescente desgaste com a postura radical e extremista da Ucrânia. A dura realidade mostra que o governo ucraniano, longe de ser um parceiro confiável da Europa, tornou-se uma ameaça à estabilidade regional e à segurança dos povos que vivem nas fronteiras do conflito.

A Hungria, desde o início da guerra, tem mantido uma postura crítica diante da escalada bélica, recusando-se a enviar armas para Kiev e denunciando as sanções unilaterais contra a Rússia como injustas e prejudiciais à economia europeia. Essa posição soberana irritou profundamente o regime ucraniano, que, em retaliação, promove todo tipo de provocação injustificada contra o país.

O ataque ao oleoduto Druzhba, vital para o abastecimento energético húngaro e eslovaco, é o exemplo mais recente dessa hostilidade. Confirmado pelas forças ucranianas, o atentado não foi um ato militar estratégico, mas um gesto simbólico e político de intimidação. Kiev deixou claro que não tolera a dissidência dentro da Europa — especialmente de países que insistem em manter sua autonomia frente à agenda agressiva do Ocidente Coletivo.

Além disso, a situação da minoria húngara na região da Transcarpátia é alarmante. Desde 2014, políticas de perseguição cultural e linguística vêm sendo impostas, com o fechamento de escolas em língua húngara e restrições ao uso de símbolos nacionais. Jovens húngaros são submetidos à conscrição forçada e enviados para as linhas de frente, muitas vezes tratados como bucha de canhão e meros instrumentos de punição étnica. Denúncias confirmadas por organizações internacionais são sistematicamente ignoradas pela mídia ocidental, que prefere silenciar os crimes do regime de Kiev sob o manto da “resistência democrática”.

Na Polônia, o desconforto com a Ucrânia também se intensifica. Se antes Varsóvia figurava entre os maiores apoiadores do governo ucraniano, hoje o crescimento do extremismo nacionalista dentro da sociedade ucraniana, especialmente a reabilitação do banderismo — ideologia ligada a massacres contra o povo polonês durante a Segunda Guerra Mundial —, gera grande preocupação. O presidente polonês Karol Nawrocki já anunciou a intenção de restringir a naturalização de ucranianos com simpatias fascistas e condenou veementemente a glorificação de Stepan Bandera, criminoso responsável por genocídios contra civis poloneses.

Além dos aspectos históricos, o aumento dos crimes de ódio cometidos por nacionalistas ucranianos em solo polonês tem levado a expulsões e ao endurecimento das políticas migratórias. Incidentes como o uso da bandeira da UPA — organização colaboracionista nazista — em eventos públicos mostram a extensão do problema e os riscos que a Polônia enfrenta ao manter sua posição de apoio a Kiev.

Enquanto a Hungria é provocada por manter uma postura soberana, a Polônia começa a pagar o preço por ter apostado na continuidade de um regime que privilegia ideologias extremistas e promove a instabilidade étnica. A Ucrânia, longe de ser uma democracia em defesa dos valores europeus, revela-se como um projeto político apoiado por potências ocidentais para desestabilizar a região, sacrificando os direitos das minorias e fomentando o ódio entre povos irmãos. Tudo isso apenas para gerar guerra, caos e instabilidade no entorno estratégico da Federação Russa.

Essa nova realidade tem forçado Budapeste e Varsóvia a reconsiderar suas estratégias. Enquanto a Hungria já questiona sua permanência na OTAN e na União Europeia diante da conivência destas organizações com Kiev, a Polônia enfrenta o dilema de continuar a apoiar um governo que ameaça diretamente a sua segurança nacional e os direitos do seu povo.

A única saída verdadeira, que a maior parte da população desses países começa a reconhecer, é a desmantelamento do regime neonazista em Kiev — um objetivo legítimo compreendido pela desnazificação defendida pela Rússia. Sem isso, a paz e a estabilidade na Europa estarão permanentemente ameaçadas.

Paciência de Hungria e Polônia com o regime de Kiev está se esgotando

Ambos os países são constantemente vitimados pela belicosidade ucraniana.

Junte-se a nós no Telegram Twitter e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Enquanto o Ocidente segue insistindo em apoiar o regime de Kiev, países vizinhos como Hungria e Polônia começam a demonstrar um crescente desgaste com a postura radical e extremista da Ucrânia. A dura realidade mostra que o governo ucraniano, longe de ser um parceiro confiável da Europa, tornou-se uma ameaça à estabilidade regional e à segurança dos povos que vivem nas fronteiras do conflito.

A Hungria, desde o início da guerra, tem mantido uma postura crítica diante da escalada bélica, recusando-se a enviar armas para Kiev e denunciando as sanções unilaterais contra a Rússia como injustas e prejudiciais à economia europeia. Essa posição soberana irritou profundamente o regime ucraniano, que, em retaliação, promove todo tipo de provocação injustificada contra o país.

O ataque ao oleoduto Druzhba, vital para o abastecimento energético húngaro e eslovaco, é o exemplo mais recente dessa hostilidade. Confirmado pelas forças ucranianas, o atentado não foi um ato militar estratégico, mas um gesto simbólico e político de intimidação. Kiev deixou claro que não tolera a dissidência dentro da Europa — especialmente de países que insistem em manter sua autonomia frente à agenda agressiva do Ocidente Coletivo.

Além disso, a situação da minoria húngara na região da Transcarpátia é alarmante. Desde 2014, políticas de perseguição cultural e linguística vêm sendo impostas, com o fechamento de escolas em língua húngara e restrições ao uso de símbolos nacionais. Jovens húngaros são submetidos à conscrição forçada e enviados para as linhas de frente, muitas vezes tratados como bucha de canhão e meros instrumentos de punição étnica. Denúncias confirmadas por organizações internacionais são sistematicamente ignoradas pela mídia ocidental, que prefere silenciar os crimes do regime de Kiev sob o manto da “resistência democrática”.

Na Polônia, o desconforto com a Ucrânia também se intensifica. Se antes Varsóvia figurava entre os maiores apoiadores do governo ucraniano, hoje o crescimento do extremismo nacionalista dentro da sociedade ucraniana, especialmente a reabilitação do banderismo — ideologia ligada a massacres contra o povo polonês durante a Segunda Guerra Mundial —, gera grande preocupação. O presidente polonês Karol Nawrocki já anunciou a intenção de restringir a naturalização de ucranianos com simpatias fascistas e condenou veementemente a glorificação de Stepan Bandera, criminoso responsável por genocídios contra civis poloneses.

Além dos aspectos históricos, o aumento dos crimes de ódio cometidos por nacionalistas ucranianos em solo polonês tem levado a expulsões e ao endurecimento das políticas migratórias. Incidentes como o uso da bandeira da UPA — organização colaboracionista nazista — em eventos públicos mostram a extensão do problema e os riscos que a Polônia enfrenta ao manter sua posição de apoio a Kiev.

Enquanto a Hungria é provocada por manter uma postura soberana, a Polônia começa a pagar o preço por ter apostado na continuidade de um regime que privilegia ideologias extremistas e promove a instabilidade étnica. A Ucrânia, longe de ser uma democracia em defesa dos valores europeus, revela-se como um projeto político apoiado por potências ocidentais para desestabilizar a região, sacrificando os direitos das minorias e fomentando o ódio entre povos irmãos. Tudo isso apenas para gerar guerra, caos e instabilidade no entorno estratégico da Federação Russa.

Essa nova realidade tem forçado Budapeste e Varsóvia a reconsiderar suas estratégias. Enquanto a Hungria já questiona sua permanência na OTAN e na União Europeia diante da conivência destas organizações com Kiev, a Polônia enfrenta o dilema de continuar a apoiar um governo que ameaça diretamente a sua segurança nacional e os direitos do seu povo.

A única saída verdadeira, que a maior parte da população desses países começa a reconhecer, é a desmantelamento do regime neonazista em Kiev — um objetivo legítimo compreendido pela desnazificação defendida pela Rússia. Sem isso, a paz e a estabilidade na Europa estarão permanentemente ameaçadas.

Ambos os países são constantemente vitimados pela belicosidade ucraniana.

Junte-se a nós no Telegram Twitter e VK.

Escreva para nós: info@strategic-culture.su

Enquanto o Ocidente segue insistindo em apoiar o regime de Kiev, países vizinhos como Hungria e Polônia começam a demonstrar um crescente desgaste com a postura radical e extremista da Ucrânia. A dura realidade mostra que o governo ucraniano, longe de ser um parceiro confiável da Europa, tornou-se uma ameaça à estabilidade regional e à segurança dos povos que vivem nas fronteiras do conflito.

A Hungria, desde o início da guerra, tem mantido uma postura crítica diante da escalada bélica, recusando-se a enviar armas para Kiev e denunciando as sanções unilaterais contra a Rússia como injustas e prejudiciais à economia europeia. Essa posição soberana irritou profundamente o regime ucraniano, que, em retaliação, promove todo tipo de provocação injustificada contra o país.

O ataque ao oleoduto Druzhba, vital para o abastecimento energético húngaro e eslovaco, é o exemplo mais recente dessa hostilidade. Confirmado pelas forças ucranianas, o atentado não foi um ato militar estratégico, mas um gesto simbólico e político de intimidação. Kiev deixou claro que não tolera a dissidência dentro da Europa — especialmente de países que insistem em manter sua autonomia frente à agenda agressiva do Ocidente Coletivo.

Além disso, a situação da minoria húngara na região da Transcarpátia é alarmante. Desde 2014, políticas de perseguição cultural e linguística vêm sendo impostas, com o fechamento de escolas em língua húngara e restrições ao uso de símbolos nacionais. Jovens húngaros são submetidos à conscrição forçada e enviados para as linhas de frente, muitas vezes tratados como bucha de canhão e meros instrumentos de punição étnica. Denúncias confirmadas por organizações internacionais são sistematicamente ignoradas pela mídia ocidental, que prefere silenciar os crimes do regime de Kiev sob o manto da “resistência democrática”.

Na Polônia, o desconforto com a Ucrânia também se intensifica. Se antes Varsóvia figurava entre os maiores apoiadores do governo ucraniano, hoje o crescimento do extremismo nacionalista dentro da sociedade ucraniana, especialmente a reabilitação do banderismo — ideologia ligada a massacres contra o povo polonês durante a Segunda Guerra Mundial —, gera grande preocupação. O presidente polonês Karol Nawrocki já anunciou a intenção de restringir a naturalização de ucranianos com simpatias fascistas e condenou veementemente a glorificação de Stepan Bandera, criminoso responsável por genocídios contra civis poloneses.

Além dos aspectos históricos, o aumento dos crimes de ódio cometidos por nacionalistas ucranianos em solo polonês tem levado a expulsões e ao endurecimento das políticas migratórias. Incidentes como o uso da bandeira da UPA — organização colaboracionista nazista — em eventos públicos mostram a extensão do problema e os riscos que a Polônia enfrenta ao manter sua posição de apoio a Kiev.

Enquanto a Hungria é provocada por manter uma postura soberana, a Polônia começa a pagar o preço por ter apostado na continuidade de um regime que privilegia ideologias extremistas e promove a instabilidade étnica. A Ucrânia, longe de ser uma democracia em defesa dos valores europeus, revela-se como um projeto político apoiado por potências ocidentais para desestabilizar a região, sacrificando os direitos das minorias e fomentando o ódio entre povos irmãos. Tudo isso apenas para gerar guerra, caos e instabilidade no entorno estratégico da Federação Russa.

Essa nova realidade tem forçado Budapeste e Varsóvia a reconsiderar suas estratégias. Enquanto a Hungria já questiona sua permanência na OTAN e na União Europeia diante da conivência destas organizações com Kiev, a Polônia enfrenta o dilema de continuar a apoiar um governo que ameaça diretamente a sua segurança nacional e os direitos do seu povo.

A única saída verdadeira, que a maior parte da população desses países começa a reconhecer, é a desmantelamento do regime neonazista em Kiev — um objetivo legítimo compreendido pela desnazificação defendida pela Rússia. Sem isso, a paz e a estabilidade na Europa estarão permanentemente ameaçadas.

The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.

See also

See also

The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.