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February 2, 2026
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Diogo PACHECO DE AMORIM

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A ‘Europa’ das senhoras von der Leyen, Metsola e Kaja Kallas, matriz do ocidente woke e a Europa cristã que se firma no solo ancestral e que resiste, resiste e resiste, essa Europa aliada do Ocidente de Vance

A União Europeia não é a Europa. É uma ideologia sem Território, sem Povo, sem Raízes e sem Civilização. A União Europeia está matando lentamente nações milenares». Resumindo ao essencial, le Pen diz-nos que a ‘Europa’ de Bruxelas está a destruir a Europa multimilenar.

Esta será a última crónica desta série dedicada aos conceitos de ‘Ocidente’ e de ‘Europa’. Para a semana, voltaremos ao dia-a-dia. Mas porquê perder – aparentemente – tempo com isto? Por uma razão simples: uma crucial necessidade de distinguir conceitos diferentes que surgem com o mesmo nome. Porque quando JD Vance fala em Ocidente e valores ocidentais, está a falar de uma realidade diametralmente oposta à da senhora von der Leyen quando usa os mesmos termos. E quando Marine le Pen fala em Europa e valores europeus, essa Europa e esses valores europeus nada têm a ver com a ‘Europa’ e os ‘valores europeus’ publicitados pela casta. Esses ‘valores europeus’ dos senhores Macron, Merz, Starmer, Rutte e demais oligarcas que se pavoneiam pelas capitais fictícias desse império tecno-burocrático sem território, sem povo, sem raízes e sem civilização, os ‘valores europeus’ desses senhores são moeda falsa. Que valores são esses? A ‘proteção das minorias’ largando à sua sorte a maioria dos seus povos que lhes competia, a esses sim, proteger. O ‘Estado de Direito’ cujo lema é a velha charge ‘para os amigos tudo, para os adversários o rigor da Lei’. Um ‘humanismo’ de discurso de miss mundo que esvazia as cadeias de criminosos contumazes para as encher de milhares que nas redes sociais se atrevem a criticar os felizes locatários da ‘bolha’. A ‘luta contra a desinformação’ que não é mais do que perseguição à informação que lhes não interessa. A ‘defesa do Estado democrático’ que não passa do ataque a quem põe em risco os seus privilégios, as suas manobras e os seus negócios. Está tudo em Orwell, no 1984 e no Animal Farm nada a inventar.

Sim, já tínhamos visto que há hoje dois ocidentes. Mas há também – e é esse o tema de hoje – duas Europas, aquelas que o texto acima de M. le Pen liminarmente distingue. A ‘Europa’ das senhoras von der Leyen, Metsola e Kaja Kallas, matriz do ocidente woke e a Europa cristã que se firma no solo ancestral e que resiste, resiste e resiste, essa Europa aliada do Ocidente de Vance. Há a Europa globalista ‘sem território, sem povo, sem raízes, sem civilização’ e sem alma tutelada por Bruxelas e a Europa de Atenas, de Roma, das catedrais, de da Vinci e de van Gogh, a Europa que gerou a mais brilhante civilização que o mundo já viu e que continua viva no coração, no sangue, na seiva, nas raízes, no solo e na alma de muitos de nós.

Como tantas vezes ao longo de 26 séculos e em muito diversas circunstâncias, mas todas cruciais, a pergunta é: a ‘Europa’ de Bruxelas, que tem tutores e aliados poderosos e eficazes, poderá ser detida e vencida? Apesar dos fortes aliados que estão para além do Atlântico, a tentação, demasiado humana, é dizer que não. Mas dentro de poucos dias, uma luz vai acender-se no presépio, em milhões de presépios pelo mundo fora. Uma luz que é sinal de recomeço, de esperança e de fé. Uma luz que há dois mil anos se renova e nos renova. Uma luz que atravessou os presépios de cinquenta gerações traçando o caminho que nos trouxe até aqui. E essa luz diz-nos que sim, que seguramente iremos vencer. É quanto me basta. É quanto nos basta.

Publicado originalmente por:  SOL

A União Europeia não é a Europa

Diogo PACHECO DE AMORIM

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A ‘Europa’ das senhoras von der Leyen, Metsola e Kaja Kallas, matriz do ocidente woke e a Europa cristã que se firma no solo ancestral e que resiste, resiste e resiste, essa Europa aliada do Ocidente de Vance

A União Europeia não é a Europa. É uma ideologia sem Território, sem Povo, sem Raízes e sem Civilização. A União Europeia está matando lentamente nações milenares». Resumindo ao essencial, le Pen diz-nos que a ‘Europa’ de Bruxelas está a destruir a Europa multimilenar.

Esta será a última crónica desta série dedicada aos conceitos de ‘Ocidente’ e de ‘Europa’. Para a semana, voltaremos ao dia-a-dia. Mas porquê perder – aparentemente – tempo com isto? Por uma razão simples: uma crucial necessidade de distinguir conceitos diferentes que surgem com o mesmo nome. Porque quando JD Vance fala em Ocidente e valores ocidentais, está a falar de uma realidade diametralmente oposta à da senhora von der Leyen quando usa os mesmos termos. E quando Marine le Pen fala em Europa e valores europeus, essa Europa e esses valores europeus nada têm a ver com a ‘Europa’ e os ‘valores europeus’ publicitados pela casta. Esses ‘valores europeus’ dos senhores Macron, Merz, Starmer, Rutte e demais oligarcas que se pavoneiam pelas capitais fictícias desse império tecno-burocrático sem território, sem povo, sem raízes e sem civilização, os ‘valores europeus’ desses senhores são moeda falsa. Que valores são esses? A ‘proteção das minorias’ largando à sua sorte a maioria dos seus povos que lhes competia, a esses sim, proteger. O ‘Estado de Direito’ cujo lema é a velha charge ‘para os amigos tudo, para os adversários o rigor da Lei’. Um ‘humanismo’ de discurso de miss mundo que esvazia as cadeias de criminosos contumazes para as encher de milhares que nas redes sociais se atrevem a criticar os felizes locatários da ‘bolha’. A ‘luta contra a desinformação’ que não é mais do que perseguição à informação que lhes não interessa. A ‘defesa do Estado democrático’ que não passa do ataque a quem põe em risco os seus privilégios, as suas manobras e os seus negócios. Está tudo em Orwell, no 1984 e no Animal Farm nada a inventar.

Sim, já tínhamos visto que há hoje dois ocidentes. Mas há também – e é esse o tema de hoje – duas Europas, aquelas que o texto acima de M. le Pen liminarmente distingue. A ‘Europa’ das senhoras von der Leyen, Metsola e Kaja Kallas, matriz do ocidente woke e a Europa cristã que se firma no solo ancestral e que resiste, resiste e resiste, essa Europa aliada do Ocidente de Vance. Há a Europa globalista ‘sem território, sem povo, sem raízes, sem civilização’ e sem alma tutelada por Bruxelas e a Europa de Atenas, de Roma, das catedrais, de da Vinci e de van Gogh, a Europa que gerou a mais brilhante civilização que o mundo já viu e que continua viva no coração, no sangue, na seiva, nas raízes, no solo e na alma de muitos de nós.

Como tantas vezes ao longo de 26 séculos e em muito diversas circunstâncias, mas todas cruciais, a pergunta é: a ‘Europa’ de Bruxelas, que tem tutores e aliados poderosos e eficazes, poderá ser detida e vencida? Apesar dos fortes aliados que estão para além do Atlântico, a tentação, demasiado humana, é dizer que não. Mas dentro de poucos dias, uma luz vai acender-se no presépio, em milhões de presépios pelo mundo fora. Uma luz que é sinal de recomeço, de esperança e de fé. Uma luz que há dois mil anos se renova e nos renova. Uma luz que atravessou os presépios de cinquenta gerações traçando o caminho que nos trouxe até aqui. E essa luz diz-nos que sim, que seguramente iremos vencer. É quanto me basta. É quanto nos basta.

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A União Europeia não é a Europa. É uma ideologia sem Território, sem Povo, sem Raízes e sem Civilização. A União Europeia está matando lentamente nações milenares». Resumindo ao essencial, le Pen diz-nos que a ‘Europa’ de Bruxelas está a destruir a Europa multimilenar.

Esta será a última crónica desta série dedicada aos conceitos de ‘Ocidente’ e de ‘Europa’. Para a semana, voltaremos ao dia-a-dia. Mas porquê perder – aparentemente – tempo com isto? Por uma razão simples: uma crucial necessidade de distinguir conceitos diferentes que surgem com o mesmo nome. Porque quando JD Vance fala em Ocidente e valores ocidentais, está a falar de uma realidade diametralmente oposta à da senhora von der Leyen quando usa os mesmos termos. E quando Marine le Pen fala em Europa e valores europeus, essa Europa e esses valores europeus nada têm a ver com a ‘Europa’ e os ‘valores europeus’ publicitados pela casta. Esses ‘valores europeus’ dos senhores Macron, Merz, Starmer, Rutte e demais oligarcas que se pavoneiam pelas capitais fictícias desse império tecno-burocrático sem território, sem povo, sem raízes e sem civilização, os ‘valores europeus’ desses senhores são moeda falsa. Que valores são esses? A ‘proteção das minorias’ largando à sua sorte a maioria dos seus povos que lhes competia, a esses sim, proteger. O ‘Estado de Direito’ cujo lema é a velha charge ‘para os amigos tudo, para os adversários o rigor da Lei’. Um ‘humanismo’ de discurso de miss mundo que esvazia as cadeias de criminosos contumazes para as encher de milhares que nas redes sociais se atrevem a criticar os felizes locatários da ‘bolha’. A ‘luta contra a desinformação’ que não é mais do que perseguição à informação que lhes não interessa. A ‘defesa do Estado democrático’ que não passa do ataque a quem põe em risco os seus privilégios, as suas manobras e os seus negócios. Está tudo em Orwell, no 1984 e no Animal Farm nada a inventar.

Sim, já tínhamos visto que há hoje dois ocidentes. Mas há também – e é esse o tema de hoje – duas Europas, aquelas que o texto acima de M. le Pen liminarmente distingue. A ‘Europa’ das senhoras von der Leyen, Metsola e Kaja Kallas, matriz do ocidente woke e a Europa cristã que se firma no solo ancestral e que resiste, resiste e resiste, essa Europa aliada do Ocidente de Vance. Há a Europa globalista ‘sem território, sem povo, sem raízes, sem civilização’ e sem alma tutelada por Bruxelas e a Europa de Atenas, de Roma, das catedrais, de da Vinci e de van Gogh, a Europa que gerou a mais brilhante civilização que o mundo já viu e que continua viva no coração, no sangue, na seiva, nas raízes, no solo e na alma de muitos de nós.

Como tantas vezes ao longo de 26 séculos e em muito diversas circunstâncias, mas todas cruciais, a pergunta é: a ‘Europa’ de Bruxelas, que tem tutores e aliados poderosos e eficazes, poderá ser detida e vencida? Apesar dos fortes aliados que estão para além do Atlântico, a tentação, demasiado humana, é dizer que não. Mas dentro de poucos dias, uma luz vai acender-se no presépio, em milhões de presépios pelo mundo fora. Uma luz que é sinal de recomeço, de esperança e de fé. Uma luz que há dois mil anos se renova e nos renova. Uma luz que atravessou os presépios de cinquenta gerações traçando o caminho que nos trouxe até aqui. E essa luz diz-nos que sim, que seguramente iremos vencer. É quanto me basta. É quanto nos basta.

Publicado originalmente por:  SOL

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