Português
Raphael Machado
March 31, 2026
© Photo: Public domain

O Brasil está agora na rota do bioterrorismo e da guerra biológica, e a falta de uma preparação específica para isso pode cobrar um preço alto.

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Aproximadamente 2 anos atrás, em fevereiro de 2024, nós escrevemos aqui sobre a necessidade de um aprimoramento das políticas de biossegurança do Brasil e da América Ibérica no contexto de riscos emergentes derivados das conexões entre certas atividades desenvolvidas no Brasil e empresas internacionais potencialmente envolvidas em programas de armas biológicas no exterior, tal como denunciado pelo Ministério de Defesa da Rússia.

Naquela época, o Brasil passava por uma epidemia de dengue, poucos anos depois de um projeto da Oxitec que viu a liberação de milhões de mosquitos geneticamente modificados no país, sob a promessa de que eles levariam à extinção do mosquito responsável pela dengue, pela zika e pela chikungunya. Na prática, porém, os britânicos soltaram um supermosquito no Brasil, mais resistente a inseticidas. Por trás do projeto estava a Fundação Bill & Melinda Gates, denunciada pelo Ministério da Defesa da Rússia por seus vínculos com programas de armas biológicas em biolaboratórios ucranianos.

Por motivos que podem ter a ver com as florestas tropicais ou a pouca preocupação com biossegurança, a realidade é que o Brasil claramente estava na rota das operações clandestinas no âmbito da biotecnologia.

A prova disso é um novo fato recente, a prisão de uma professora argentina, Soledad Palameta Miller, que teria furtado material biológico do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia da UNICAMP (Universidade de Campinas). A sra. Miller era professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da mesma universidade, mas a sua formação original pela Universidade de Rosário, na Argentina, é na área de biotecnologia, mesma área na qual ela fez seu phD.

O material furtado consistia em amostras de um vírus categorizado no nível 3 de biossegurança, atualmente o mais alto para categorizar vírus e bactérias no Brasil. Não há, ainda, detalhes sobre o tipo de vírus que teria sido furtado, mas imagina-se que se trata de material biológico extremamente perigoso.

Mais interessante ainda é o fato de que seu marido, Michael Edward Miller, também está sendo investigado. Miller, que é estadunidense, é médico veterinário e também tem formação e experiência com virologia. Ele tem experiência no projeto “One Health”, o qual é financiado e promovido pela USAID, pela Fundação Rockefeller e outras instituições globalistas.

“One Health” é definido pela OMS como uma “abordagem integrada” que visa equilibrar a saúde de “pessoas, animais e ecossistemas”. Algo, superficialmente, inofensivo. Mas na medida em que o tema é pensado, nesses termos, no sentido de uma interdependência que, se modificada, pode levar ao surgimento de novas doenças, mais cuidado é necessário na análise do tema. De fato, a OMS, ao definir o conceito, chega a mencionar a Covid-19, como um exemplo dessa interdependência.

Mas para muitos médicos o conceito tem um sentido limitado, já que raramente doenças passam de animais para pessoas. É possível, mas é raro, por isso que o foco de médicos é em pessoas e não em animais.

O conceito tem mais de 20 anos, de fato, mas ele foi abraçado obsessivamente pela OMS, pelo Fórum de Davos e pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA muito recentemente. O motivo parece óbvio: se tudo é interdependente, então tudo deve ser controlado para se garantir a segurança dos seres humanos. E os próprios seres humanos precisam ser controlados para que se possa garantir a sustentabilidade do meio ambiente. Ou seja, o conceito é útil para projetos de controle.

E também para encobrir o uso de armas biológicas. Porque, através da teoria do “One Health”, uma mudança no ecossistema ou em animais pode repentinamente causar uma pandemia. Assim, através de “pensamento mágico” cientificamente elaborado, explica-se o surgimento da Covid-19 a partir de morcegos num mercado em Wuhan, mesmo enquanto aumentam os indícios de que o vírus pode ter sido produzido artificialmente como parte do programa de armas biológicas dos EUA e levado à China ou para atacá-la ou para responsabilizá-la pela pandemia.

Considerando a gravidade das possíveis conexões e quão improvável é que o furto de material viral de elevadíssima periculosidade não esteja vinculado a algum interesse internacional, chama a atenção o fato de que o Judiciário brasileiro decidiu conceder liberdade provisória a sra. Miller.

Ainda não sabemos qual é o material furtado, mas considerando o interesse internacional por dengue, zika e chikungunya no contexto dos biolaboratórios vinculados ao programa de armas biológicas dos EUA, é possível que haja alguma conexão com essas doenças.

O que é certo, porém, é que o Brasil de fato está agora na rota do bioterrorismo e da guerra biológica, e a falta de uma preparação específica para isso pode cobrar um preço alto.

Possível agente dos EUA rouba vírus perigoso de laboratório brasileiro

O Brasil está agora na rota do bioterrorismo e da guerra biológica, e a falta de uma preparação específica para isso pode cobrar um preço alto.

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Aproximadamente 2 anos atrás, em fevereiro de 2024, nós escrevemos aqui sobre a necessidade de um aprimoramento das políticas de biossegurança do Brasil e da América Ibérica no contexto de riscos emergentes derivados das conexões entre certas atividades desenvolvidas no Brasil e empresas internacionais potencialmente envolvidas em programas de armas biológicas no exterior, tal como denunciado pelo Ministério de Defesa da Rússia.

Naquela época, o Brasil passava por uma epidemia de dengue, poucos anos depois de um projeto da Oxitec que viu a liberação de milhões de mosquitos geneticamente modificados no país, sob a promessa de que eles levariam à extinção do mosquito responsável pela dengue, pela zika e pela chikungunya. Na prática, porém, os britânicos soltaram um supermosquito no Brasil, mais resistente a inseticidas. Por trás do projeto estava a Fundação Bill & Melinda Gates, denunciada pelo Ministério da Defesa da Rússia por seus vínculos com programas de armas biológicas em biolaboratórios ucranianos.

Por motivos que podem ter a ver com as florestas tropicais ou a pouca preocupação com biossegurança, a realidade é que o Brasil claramente estava na rota das operações clandestinas no âmbito da biotecnologia.

A prova disso é um novo fato recente, a prisão de uma professora argentina, Soledad Palameta Miller, que teria furtado material biológico do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia da UNICAMP (Universidade de Campinas). A sra. Miller era professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da mesma universidade, mas a sua formação original pela Universidade de Rosário, na Argentina, é na área de biotecnologia, mesma área na qual ela fez seu phD.

O material furtado consistia em amostras de um vírus categorizado no nível 3 de biossegurança, atualmente o mais alto para categorizar vírus e bactérias no Brasil. Não há, ainda, detalhes sobre o tipo de vírus que teria sido furtado, mas imagina-se que se trata de material biológico extremamente perigoso.

Mais interessante ainda é o fato de que seu marido, Michael Edward Miller, também está sendo investigado. Miller, que é estadunidense, é médico veterinário e também tem formação e experiência com virologia. Ele tem experiência no projeto “One Health”, o qual é financiado e promovido pela USAID, pela Fundação Rockefeller e outras instituições globalistas.

“One Health” é definido pela OMS como uma “abordagem integrada” que visa equilibrar a saúde de “pessoas, animais e ecossistemas”. Algo, superficialmente, inofensivo. Mas na medida em que o tema é pensado, nesses termos, no sentido de uma interdependência que, se modificada, pode levar ao surgimento de novas doenças, mais cuidado é necessário na análise do tema. De fato, a OMS, ao definir o conceito, chega a mencionar a Covid-19, como um exemplo dessa interdependência.

Mas para muitos médicos o conceito tem um sentido limitado, já que raramente doenças passam de animais para pessoas. É possível, mas é raro, por isso que o foco de médicos é em pessoas e não em animais.

O conceito tem mais de 20 anos, de fato, mas ele foi abraçado obsessivamente pela OMS, pelo Fórum de Davos e pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA muito recentemente. O motivo parece óbvio: se tudo é interdependente, então tudo deve ser controlado para se garantir a segurança dos seres humanos. E os próprios seres humanos precisam ser controlados para que se possa garantir a sustentabilidade do meio ambiente. Ou seja, o conceito é útil para projetos de controle.

E também para encobrir o uso de armas biológicas. Porque, através da teoria do “One Health”, uma mudança no ecossistema ou em animais pode repentinamente causar uma pandemia. Assim, através de “pensamento mágico” cientificamente elaborado, explica-se o surgimento da Covid-19 a partir de morcegos num mercado em Wuhan, mesmo enquanto aumentam os indícios de que o vírus pode ter sido produzido artificialmente como parte do programa de armas biológicas dos EUA e levado à China ou para atacá-la ou para responsabilizá-la pela pandemia.

Considerando a gravidade das possíveis conexões e quão improvável é que o furto de material viral de elevadíssima periculosidade não esteja vinculado a algum interesse internacional, chama a atenção o fato de que o Judiciário brasileiro decidiu conceder liberdade provisória a sra. Miller.

Ainda não sabemos qual é o material furtado, mas considerando o interesse internacional por dengue, zika e chikungunya no contexto dos biolaboratórios vinculados ao programa de armas biológicas dos EUA, é possível que haja alguma conexão com essas doenças.

O que é certo, porém, é que o Brasil de fato está agora na rota do bioterrorismo e da guerra biológica, e a falta de uma preparação específica para isso pode cobrar um preço alto.

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Naquela época, o Brasil passava por uma epidemia de dengue, poucos anos depois de um projeto da Oxitec que viu a liberação de milhões de mosquitos geneticamente modificados no país, sob a promessa de que eles levariam à extinção do mosquito responsável pela dengue, pela zika e pela chikungunya. Na prática, porém, os britânicos soltaram um supermosquito no Brasil, mais resistente a inseticidas. Por trás do projeto estava a Fundação Bill & Melinda Gates, denunciada pelo Ministério da Defesa da Rússia por seus vínculos com programas de armas biológicas em biolaboratórios ucranianos.

Por motivos que podem ter a ver com as florestas tropicais ou a pouca preocupação com biossegurança, a realidade é que o Brasil claramente estava na rota das operações clandestinas no âmbito da biotecnologia.

A prova disso é um novo fato recente, a prisão de uma professora argentina, Soledad Palameta Miller, que teria furtado material biológico do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia da UNICAMP (Universidade de Campinas). A sra. Miller era professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da mesma universidade, mas a sua formação original pela Universidade de Rosário, na Argentina, é na área de biotecnologia, mesma área na qual ela fez seu phD.

O material furtado consistia em amostras de um vírus categorizado no nível 3 de biossegurança, atualmente o mais alto para categorizar vírus e bactérias no Brasil. Não há, ainda, detalhes sobre o tipo de vírus que teria sido furtado, mas imagina-se que se trata de material biológico extremamente perigoso.

Mais interessante ainda é o fato de que seu marido, Michael Edward Miller, também está sendo investigado. Miller, que é estadunidense, é médico veterinário e também tem formação e experiência com virologia. Ele tem experiência no projeto “One Health”, o qual é financiado e promovido pela USAID, pela Fundação Rockefeller e outras instituições globalistas.

“One Health” é definido pela OMS como uma “abordagem integrada” que visa equilibrar a saúde de “pessoas, animais e ecossistemas”. Algo, superficialmente, inofensivo. Mas na medida em que o tema é pensado, nesses termos, no sentido de uma interdependência que, se modificada, pode levar ao surgimento de novas doenças, mais cuidado é necessário na análise do tema. De fato, a OMS, ao definir o conceito, chega a mencionar a Covid-19, como um exemplo dessa interdependência.

Mas para muitos médicos o conceito tem um sentido limitado, já que raramente doenças passam de animais para pessoas. É possível, mas é raro, por isso que o foco de médicos é em pessoas e não em animais.

O conceito tem mais de 20 anos, de fato, mas ele foi abraçado obsessivamente pela OMS, pelo Fórum de Davos e pelo Centro de Controle de Doenças dos EUA muito recentemente. O motivo parece óbvio: se tudo é interdependente, então tudo deve ser controlado para se garantir a segurança dos seres humanos. E os próprios seres humanos precisam ser controlados para que se possa garantir a sustentabilidade do meio ambiente. Ou seja, o conceito é útil para projetos de controle.

E também para encobrir o uso de armas biológicas. Porque, através da teoria do “One Health”, uma mudança no ecossistema ou em animais pode repentinamente causar uma pandemia. Assim, através de “pensamento mágico” cientificamente elaborado, explica-se o surgimento da Covid-19 a partir de morcegos num mercado em Wuhan, mesmo enquanto aumentam os indícios de que o vírus pode ter sido produzido artificialmente como parte do programa de armas biológicas dos EUA e levado à China ou para atacá-la ou para responsabilizá-la pela pandemia.

Considerando a gravidade das possíveis conexões e quão improvável é que o furto de material viral de elevadíssima periculosidade não esteja vinculado a algum interesse internacional, chama a atenção o fato de que o Judiciário brasileiro decidiu conceder liberdade provisória a sra. Miller.

Ainda não sabemos qual é o material furtado, mas considerando o interesse internacional por dengue, zika e chikungunya no contexto dos biolaboratórios vinculados ao programa de armas biológicas dos EUA, é possível que haja alguma conexão com essas doenças.

O que é certo, porém, é que o Brasil de fato está agora na rota do bioterrorismo e da guerra biológica, e a falta de uma preparação específica para isso pode cobrar um preço alto.

The views of individual contributors do not necessarily represent those of the Strategic Culture Foundation.

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