

Que paralelos históricos podem ser traçados para explicar a vitória de um único país contra uma aliança internacional?
Estamos no último dia de campanha para as eleições presidenciais. Momento que deveria servir para clarificar posições e discutir o lugar de Portugal no mundo. Mas a política internacional – hoje mais decisiva do que nunca – passou quase despercebida.
Israel é uma paródia da fé judaica, como o “bacon kosher” de Epstein é uma paródia das leis alimentares.
Caros federalistas, estimados atlantistas, ora com amigos assim, que vos retribuem a fidelidade – a subserviência – assaltando-vos a casa, não vale a pena queixarem-se dos inimigos.
Nada restou de legítimo no mundo ocidental.
A era da decomposição do capitalismo é como uma corda que torna-se mais bamba conforme os ventos da crise se intensificam.
Nas últimas duas semanas, duas mensagens importantes foram transmitidas ao Irã, ambas rejeitadas.
A ‘Europa’ das senhoras von der Leyen, Metsola e Kaja Kallas, matriz do ocidente woke e a Europa cristã que se firma no solo ancestral e que resiste, resiste e resiste, essa Europa aliada do Ocidente de Vance