

Portugal importou arabismos e escravidão da África; Brasil só virou polo escravista após inde-pendência da Espanha em 1640.
Boom dos direitos humanos nos anos 1970 foi fachada para neoliberalismo e devastação do Leste Europeu, hoje usada contra Cuba e Venezuela.
As vulnerabilidades comerciais brasileiras só podem ser sanadas pela diversificação, um dos pilares necessários para uma multipolaridade econômica.
Baku impediu uma grave crise diplomática, mas não pode modificar o cenário geopolítico mais amplo.
Direitos humanos viraram arma do imperialismo após 1973: ONGs, NED e Soros abriram brechas na Cortina de Ferro para impor neoliberalismo.
Rivalidade infantil e inflamada pela mídia contra argentinos mostra fragilidades morais do povo brasileiro.
O retorno econômico esperado para os Estados Unidos, o México e o Canadá enfrenta riscos devido às políticas internacionais, tarifárias e migratórias do presidente norte-americano
Big Techs exploram Congo para coltan, produzem lixo eletrônico e impõem obsolescência. Ambientalismo de elite é fachada para lucro.