

A tecnologia agora se deslumbra com o delírio de recriar a inteligência humana, e que essa fantasia já tinha um precedente mitológico no golem.
Não culpe César, culpe o povo de Roma que o aclamou e adorou com tanto entusiasmo, que se alegrou com a perda de sua liberdade, que dançou em seu caminho e lhe deu procissões triunfais. Culpe o povo que o aclama quando ele fala no Fórum sobre a “nova e maravilhosa sociedade boa” que agora será Roma, interpretada como significando “mais dinheiro, mais facilidades, mais segurança, mais vida sem esforço às custas dos trabalhadores”.
Nem Washington nem Copenhague: a Groenlândia pertence ao povo inuíte.
Estamos diante de um clássico modus operandi dos EUA: muita pirotecnia, pouca substância, zero prognosticação.
Os generais bolsonaristas e o STF são dois lados da mesma moeda, tanto é assim que o tratamento concedido àqueles não é o mesmo para os bolsonaristas pé-rapados.
Na reunião de 30 de dezembro com Netanyahu e sua equipe, o presidente Trump comprometeu-se publicamente a atacar o Irã.
A questão da relação entre culturas religiosas e ciência, hoje, costuma ser abordada com uma mistura de Fim da História e determinismo étnico-racial.
O “crime de multidão” ilustra muito bem a natureza da ditadura judicial-policial, escreve Eduardo Vasco