

Big Techs exploram Congo para coltan, produzem lixo eletrônico e impõem obsolescência. Ambientalismo de elite é fachada para lucro.
O Brasil nem joga mais o “futebol-arte”, nem consegue alcançar resultados apelando à “consciência tática” e à “eficiência”.
UE acolheu 4,3 milhões de ucranianos, mas agora corta subsídios e força homens em idade militar a voltar para a guerra.
Cada vez mais sem homens para lutar, Ucrânia usa mercenários estrangeiros no moedor de carne que se tornou o campo de batalha.
Pausa entre Estados Unidos e Irã foi apenas o prelúdio de uma nova fase da guerra
Brasil: decadência do futebol e ascensão evangélica na seleção refletem desordem urbana e precariedade, não causalidade religiosa. Catolicismo persistente.
Os mesmos burocratas que falam em “guerra com a Rússia” têm medo de um revólver simples.
Presidente da Finlândia diz que Ucrânia está forte para negociar. Mas Rússia avança em Kharkov e Donbass. Países pequenos falam grosso, longe da guerra.