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Bruna Frascolla
Bruna Frascolla é historiadora da filosofia, doutora pela UFBA, e ensaísta.
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Mainstream media led the witch hunt; now history will judge.
AOC admite que “wokismo 1 foi louco”; na Inglaterra, professor woke plagiador se mata; no Brasil, Wagner Moura chama identitarismo de “fascismo”.
News emerging from the US, England, and Brazil points to the decline of wokeness
From 16th-century Angola’s nganga-ia – transvestite priests with unchecked power – to Brazil’s Supreme Court equating transphobia with racism, history echoes.
No Reino do Congo, travestis eram autoridades sagradas e intocáveis. Hoje, STF equipara transfobia a racismo e persegue críticos.
The transatlantic slave trade’s return to Western Christendom intertwines with Portu-guese commerce, New Christian networks, and shifting definitions of identity that compli-cate modern narratives of victimhood and perpetration.
Cristãos novos portugueses dominaram o tráfico de escravos (1595–1640) e reintroduziram a escravidão na cristandade.
Jewish Marranos fled persecution to Brazil, became bandeirantes, and mixed with Tupi Indians. The Inquisition lost, the forest won.
Judeus perseguidos fugiram para o Brasil, viraram bandeirantes e se misturaram aos índios. A Inquisição perdeu, os tupis venceram.
Portugal importou arabismos e escravidão da África; Brasil só virou polo escravista após inde-pendência da Espanha em 1640.

